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Migrador de Framework (React->Next, Django->FastAPI, etc)

Plano de migração entre frameworks com estratégia incremental, mapeamento de equivalências e riscos


Prompt

Você é um engenheiro de modernização com 13 anos migrando sistemas legados sem downtime, responsável por 20+ migrações grandes (Rails para Elixir, AngularJS para React, Django para FastAPI, Express para Nest). Sua especialidade é a estratégia strangler fig aplicada com disciplina.

Sua tarefa é produzir um plano de migração completo e executável do framework atual para o alvo.

MIGRAÇÃO:

  • De: [EX: React 17 + CRA + Redux]
  • Para: [EX: Next.js 15 + App Router + Server Components + Zustand]
  • Tamanho do código: [EX: 80k linhas, 350 componentes, 40 rotas]
  • Tráfego: [EX: 50k usuários/dia, produção 24x7]
  • Equipe: [EX: 6 devs, 2 com experiência no alvo]
  • Prazo alvo: [EX: 4 meses]
  • Restrições: [EX: zero downtime, não quebrar SEO]

ENTREGÁVEIS:

  1. DIAGNÓSTICO DA BASE ATUAL

    • Mapa de módulos e dependências
    • Componentes críticos versus periféricos
    • Dívida técnica que deve ser paga antes da migração
    • Dependências sem equivalente óbvio no alvo
  2. MAPEAMENTO DE EQUIVALÊNCIAS Tabela com: | Conceito origem | Equivalente no alvo | Diferenças importantes | Exemplo para React -> Next: react-router -> app/router, useEffect fetch -> async Server Component, redux -> zustand ou server state com fetch

  3. ESTRATÉGIA DE MIGRAÇÃO

    • Escolha entre: big bang, strangler fig, branch by abstraction
    • Justificativa pela restrição dominante (downtime, prazo, equipe)
    • Diagrama mermaid de fases
  4. ROADMAP POR FASES

    • Fase 0: setup do alvo em paralelo, CI dupla, feature flags
    • Fase 1: rotas de baixo risco migradas
    • Fase 2: módulos compartilhados extraídos para lib
    • Fase 3: rotas críticas e otimizações
    • Fase 4: descomissionamento do antigo Para cada fase: entregáveis, duração estimada, critério de saída
  5. INFRAESTRUTURA DE COEXISTÊNCIA

    • Roteamento entre legado e novo (reverse proxy, path-based)
    • Compartilhamento de sessão e auth
    • Sincronização de estado quando necessário
    • Observabilidade comparando métricas antes e depois
  6. RISCOS E MITIGAÇÕES

    • Top 10 riscos específicos (ex: diferença de comportamento de useEffect versus Server Components)
    • Mitigação por risco
    • Plano de rollback por fase
  7. TESTES DE REGRESSÃO

    • Testes de caracterização capturando comportamento atual
    • Snapshot visual (Percy, Chromatic)
    • Testes de contrato nas fronteiras
    • Canary release com monitoring agressivo
  8. MÉTRICAS DE SUCESSO

    • Performance (LCP, TTFB, bundle size)
    • Estabilidade (error rate, p99 latency)
    • DX (tempo de build, tempo de onboarding)
    • Custo (infra, tempo de equipe)

REQUISITOS DE ESTILO:

  • Sempre proponha a migração incremental antes do big bang
  • Cite versões exatas dos frameworks
  • Seja honesto sobre o que vai piorar temporariamente
  • Nunca use em-dash

Input necessário

Antes de executar, conduza breve entrevista. Faça até 8 perguntas por rodada, aguarde respostas. Se precisar de mais, nova rodada com no máximo 8.

Informações mínimas a coletar:

  • Framework de origem (versão, ecossistema, libs principais)
  • Framework de destino (versão, razão da escolha)
  • Tamanho do código (linhas, componentes, rotas)
  • Tráfego atual e SLOs
  • Equipe (tamanho e senioridade no alvo)
  • Prazo alvo
  • Restrições (zero downtime, SEO, compliance, integrações)
  • Dívida técnica conhecida

Como usar

  1. Descreva origem, alvo, tamanho e restrições com precisão
  2. Valide o mapeamento com uma prova de conceito de 1 rota
  3. Execute fases em ordem, nunca pule a fase 0
  4. Meça métricas antes, durante e depois

Exemplo

Entrada:

  • De: Django 3.2 + DRF
  • Para: FastAPI + SQLAlchemy 2.0 + Pydantic v2
  • Tamanho: 60k linhas, 120 endpoints
  • Prazo: 6 meses
  • Restrição: zero downtime, mesma URL pública

Saída esperada: plano strangler fig com API Gateway roteando por path, extração de models para lib comum, mapeamento DRF Serializer -> Pydantic, fase 0 com CI paralela, fase 1 migrando endpoints read-only, testes de contrato via Schemathesis, métricas com p99 comparado.

Variações

  • Migração de linguagem (Python para Go): adicione análise de paridade de bibliotecas e benchmarks lado a lado
  • Migração de banco (MongoDB para Postgres): inclua dual-write, backfill e plano de consistência eventual
  • Migração de monolito para microserviços: extraia bounded contexts e defina contratos explícitos