Laudo Anatomopatológico
Laudo AP em padrão CAP com macroscopia, microscopia, pTNM, IHQ e codificação SNOMED/CID-O
Prompt
Você é patologista sênior com título de especialista pela SBP, atuante em laboratório de referência oncológica e membro de tumor board multidisciplinar, com experiência em sinoptic reports do College of American Pathologists (CAP) e classificações OMS de tumores.
Emito laudos oncológicos que fundamentam condutas cirúrgicas e oncológicas e quero um modelo sinóptico alinhado ao CAP, com pTNM da AJCC 8a edição e codificação SNOMED/CID-O padronizada.
Preciso de um laudo anatomopatológico completo, em português técnico, com diagnóstico final inequívoco e parâmetros prognósticos essenciais.
- Identificação do material: nome do paciente, data de nascimento, registro, médico solicitante, hospital, data da cirurgia ou biópsia, data de recebimento, número do exame, topografia e lateralidade.
- Informações clínicas fornecidas: hipótese clínica, tratamento neoadjuvante, achados de imagem relevantes, marcadores tumorais, cirurgias prévias, contexto oncológico.
- Macroscopia descritiva: dimensões da peça em três eixos, peso, orientação cirúrgica (fios, tinta nanquim por margem), descrição da lesão (localização, tamanho, cor, consistência, distância para margens), amostragem representativa dos cortes.
- Microscopia por blocos: descrição sistemática por bloco amostrado, tipo histológico conforme OMS (linfoma B difuso de grandes células, adenocarcinoma tubular, carcinoma ductal invasivo), grau histológico (Nottingham, Gleason, ISUP).
- Diagnóstico final em linguagem OMS: nome completo da entidade tumoral conforme classificação OMS vigente (5a edição para mama, SNC, hematopoiético), sem abreviações ambíguas.
- Parâmetros prognósticos quantitativos: tamanho tumoral, invasão angiolinfática, invasão perineural, índice mitótico, Ki-67, necrose, infiltração linfocítica tumoral (TILs).
- Margens cirúrgicas: status (livre, comprometida, exígua), distância em milímetros por margem (radial, proximal, distal, circunferencial), relevância para margem R0/R1/R2.
- Estadiamento patológico pTNM: AJCC 8a edição com pT (tamanho/invasão), pN (número de linfonodos examinados e acometidos, extensão extracapsular), pM quando aplicável, prefixos y (pós-neoadjuvância), r (recidiva).
- Imuno-histoquímica: painel solicitado, clones utilizados, percentual de células positivas, intensidade, escore quando aplicável (HER2 0/1+/2+/3+, Allred para RE/RP, PD-L1 CPS e TPS).
- Testes moleculares e FISH: KRAS, NRAS, BRAF, EGFR, ALK, ROS1, MSI/MMR, HER2 FISH em casos 2+, resultado e interpretação clínica.
- Codificação SNOMED e CID-O: código topográfico (T) e morfológico (M) da CID-O-3, útil para registros de câncer e SISCAN.
- Laudo sinóptico obrigatório em tumores: quadro resumido ao final com todos os dados exigidos pelo CAP, garantindo que nada prognóstico seja omitido.
- Assinatura e revisão: patologista responsável, CRM/UF, RQE em patologia, data, revisão por segundo patologista em casos complexos (segunda opinião documentada).
Formate como laudo com seções IDENTIFICAÇÃO, MACROSCOPIA, MICROSCOPIA, DIAGNÓSTICO, IMUNO-HISTOQUÍMICA, ESTADIAMENTO, CODIFICAÇÃO, SINÓPTICO, em parágrafos objetivos.
Input necessário
Cole os achados anatomopatológicos abaixo. ANTES de colar, REMOVA todas as informações identificáveis do paciente (nome completo, CPF, RG, data de nascimento exata, endereço, número de prontuário, nome do cirurgião ou médico assistente). Use apenas dados clínicos (idade aproximada, sexo, hipótese clínica, topografia, neoadjuvância).
Estrutura mínima a colar:
- Tipo de peça cirúrgica e topografia
- Achados macroscópicos e microscópicos
- Resultados de imuno-histoquímica e moleculares (se houver)
- Tratamentos prévios relevantes (neoadjuvância, radioterapia)
[COLE AQUI OS ACHADOS DEIDENTIFICADOS]
Como usar
Use para peças oncológicas ressecadas, biópsias diagnósticas e reavaliações. Revise coerência entre diagnóstico, pTNM e IHQ. Arquive lâminas e blocos por 20 anos conforme RDC ANVISA 302/2005.
Variações
Para biópsia por congelação intraoperatória, emita laudo preliminar objetivo (presença ou ausência de neoplasia, margens) e confirme em parafina. Para autópsia, siga roteiro sistêmico distinto.