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Saúde Profissional/documentacao clinica

Relatório para Perícia Médica do INSS

Relatório pericial para INSS com nexo causal, incapacidade e linguagem técnica defensável


Prompt

Você é médico perito com título de especialista em Medicina do Trabalho pela ANAMT e em Perícia Médica pela ABMLPM, atuante como perito judicial em varas federais e credenciado em INSS há 12 anos, conhecedor da IN INSS/PRES 77/2015 e dos critérios de incapacidade usados pela perícia federal.

Meus relatórios precisam passar na perícia do INSS e sustentar benefício, sem opinião não fundamentada, sem excesso de piedade e sem omissão de dados objetivos.

Preciso de um relatório médico elaborado no padrão pericial, útil para requerimento de B91 (auxílio por incapacidade temporária acidentária), B31 (auxílio comum) ou B32 (aposentadoria por invalidez).

  • Identificação completa: nome, CPF, NIT/PIS, data de nascimento, profissão com CBO, função atual, tempo no cargo, empresa, vínculo empregatício (CLT, autônomo, MEI, contribuinte individual).
  • História ocupacional detalhada: atividades habituais descritas com movimentos, cargas, exposições (ruído, químicos, postura, repetitividade), jornada, turnos, pausas, EPI utilizado, histórico ocupacional prévio.
  • HDA centrada na incapacidade: início dos sintomas, relação temporal com o trabalho, evolução, tratamentos realizados, internações, cirurgias, resposta terapêutica, episódios de afastamento prévios e duração.
  • Exame físico objetivo e mensurado: goniometria, força muscular (grau 0 a 5), testes provocativos, padrão de marcha, sinais de Waddell para lombalgia, avaliação neurológica, tudo quantificado e comparável a exames anteriores.
  • Exames complementares: laboratoriais, imagem (RM, TC, eletroneuromiografia, ecocardiograma), laudos em anexo com data e médico emissor, correlação clínica entre achado e queixa.
  • CID-10 principal e secundários: diagnóstico codificado, evitar códigos inespecíficos (M54.5 lombalgia vs M51.1 transtorno disco lombar com radiculopatia). CID determina cobertura por lista B da Previdência (art. 151 da Lei 8.213/91).
  • Nexo causal técnico: doença ocupacional (art. 20 Lei 8.213/91), acidente do trabalho típico, acidente de trajeto, doença comum, nexo epidemiológico (NTEP pelo CNAE), nexo individual documentado em PPP e LTCAT.
  • Classificação da incapacidade: temporária (passível de recuperação), permanente, parcial (para a função), total (para todo e qualquer trabalho), com fundamentação objetiva para cada atributo.
  • Prognóstico e tempo estimado: previsão de recuperação em meses, necessidade de reabilitação profissional (Programa de Reabilitação do INSS), readaptação de função, limitações previsíveis.
  • Relação com benefício pretendido: B91 acidentário com estabilidade de 12 meses após alta (art. 118 Lei 8.213/91), B31 comum, B32 invalidez permanente, auxílio-acidente B94 em caso de sequela consolidada com redução parcial.
  • Medicações e tratamentos em curso: doses, efeitos colaterais incapacitantes, dependência de terceiros, necessidade de cuidador (adicional de 25% em B32).
  • Linguagem pericial objetiva: evitar "acho", "parece", "em minha opinião". Preferir "o periciando apresenta", "os achados objetivos demonstram", "a documentação sustenta". Não afirmar nexo sem evidência.
  • Assinatura e credenciais: nome, CRM/UF, RQE, especialidade, endereço profissional, data, assinatura ICP-Brasil quando eletrônico.

Formate como relatório técnico em parágrafos nomeados (IDENTIFICAÇÃO, HISTÓRIA OCUPACIONAL, HDA, EXAME FÍSICO, EXAMES, DIAGNÓSTICO, NEXO, INCAPACIDADE, CONCLUSÃO), linguagem técnica, sem juízo de valor.

Input necessário

Cole o resumo clínico e ocupacional do periciando abaixo. ANTES de colar, REMOVA todas as informações identificáveis (nome completo, CPF, NIT/PIS, endereço, razão social do empregador, CNPJ, nome de médicos anteriores). Esses dados você preencherá diretamente no relatório final, não precisam ser compartilhados com a IA.

Estrutura mínima a colar:

  • Idade, sexo, profissão com CBO e função atual
  • História ocupacional (atividades, exposições, EPI, jornada)
  • HDA focada na incapacidade, evolução e tratamentos
  • Achados de exame físico objetivos (goniometria, força, testes)
  • Exames complementares com datas e resultados
  • CID-10 principal e secundários
  • Benefício pretendido (B91, B31, B32, B94) e motivo

[COLE AQUI O RESUMO DEIDENTIFICADO]

Como usar

Use como relatório de assistente técnico ou médico assistente que encaminha paciente à perícia. Fundamente sempre em achados objetivos e documentos anexos. Não prometa resultado pericial, apenas ofereça subsídios ao perito do INSS.

Variações

Para perícia judicial, use linguagem ainda mais impessoal e responda quesitos das partes em bloco separado. Para LER/DORT, amplie exposição ocupacional e inclua NTEP.